outra viagem me espera
a liberdade
adeus amores e desamores
estou além de mim
já não estou
(Qualquer semelhança com a coincidência é pura realidade)
...(Come chocolates, pequena;
Come chocolates!
Olha que não há mais metafísica no mundo senão chocolates.
Olha que as religiões todas não ensinam mais que a confeitaria.
...Pudesse eu comer chocolates com a mesma verdade com que comes!
Mas eu penso e, ao tirar o papel de prata, que é de folha de estanho,
Deito tudo para o chão, como tenho deitado a vida.)...
Álvaro de Campos
quero-te tanto que dói
são lágrimas apressadas
na pressa de te ter.
toco-te
rasga-me a roupa
toca-me
não quero falar do amor
quero só falar-te
sentir-te
totalmente
num eterno dilúvio
num espasmo
em ti
em mim
dentro de nós
não quero dizer amo-te
quero só estar contigo
dá-me só um beijo chega-me
mais do que isto.
sente-me.... amanhã
depois de amanhã
tenho pressa do teu corpo.
de fazer contigo o que está por fazer
abraça-me porque te sinto fugir
pede-me que não vá
e eu não vou.
dizes-me que urge o amor
porque me desespera a espera
não te firo
trato as tuas feridas
deixa-me cuidar de ti
deixa tratar-te as feridas
deixa-me estar contigo amanhã
quero.....te
Às vezes, em dias de luz
perfeita e exacta,
Em que as coisas têm toda a realidade que podem ter,
Pergunto a mim próprio devagar
Porque sequer atribuo eu
Beleza às coisas.
Uma flor acaso tem beleza?
Tem beleza acaso um fruto?
Não: têm cor e forma
E existência apenas.
A beleza é o nome de qualquer coisa que não existe
Que eu dou às coisas em troca do agrado que me dão.
Não significa nada.
Então porque digo eu das coisas: são belas?
Sim, mesmo a mim, que vivo só de viver,
Invisíveis, vêm ter comigo as mentiras dos homens
Perante as coisas,
Perante as coisas que simplesmente existem.
Que difícil ser próprio e não ser senão o visível!
Alberto Caeiro
Há muito tempo não amanhecia como hoje.
Brilha mais sol semi-nublado.
E leio as palavras que soltei, em ti.
Tocas, escreves as tais palavras.
Afogas-me o olhar, de tanto te querer
ver.
Hoje há um outro sentido. Não sei se é o sexto.
Se é o sétimo. Não sei que número tem.
Não está nos manuais de estudo.
É tão novo, e tão meu, que quase assusta.
Não sei descrevê-lo, não sei pensá-lo.
Sinto-o apenas.... e parece que não preciso
de ( quase) mais nada...
Hoje há em mim um outro
escrever que devolve o sonho.
Não partas agora que eu estou a chegar.
Só para estar contigo.
Para te mostrar o sonho.
Para te ver sorrir. Como há muito não o fazias.
Olha, volta não vás embora.
Eu faço-te rir. Conto-te histórias.
Leio-te Álvaro de Campos,
ou "Desassossego" que tanto gostas.
Não partas. Vamos ver Fassbinder ou Visconti.
Eu sei que gostas.
Não chores... Eu faço-te rir. Vá vem daí comigo. Vá dá-me a mão.
Vá vamos, senta aqui bandida. Diz-me a verdade, ou uma mentira.
Diz o que quiseres. Não faz mal.
Vá vamos por aí.
Olha estou quase a chegar ... Espera não vás....
Lisbon revisited (1926)
Nada me prende a nada.
Quero cinquenta coisas ao mesmo tempo.
Anseio com uma angústia de fome de carne
O que não sei que seja -
Definidamente pelo indefinido...
Durmo irrequieto, e vivo num sonhar irrequieto
De quem dorme irrequieto, metade a sonhar.
Fecharam-me todas as portas abstractas e necessárias.
Correram cortinas de todas as hipóteses que eu poderia ver da rua.
Não há na travessa achada o número da porta que me deram.
Acordei para a mesma vida para que tinha adormecido.
Até os meus exércitos sonhados sofreram derrota.
Até os meus sonhos se sentiram falsos ao serem sonhados.
Até a vida só desejada me farta - até essa vida...
Compreendo a intervalos desconexos;
Escrevo por lapsos de cansaço;
E um tédio que é até do tédio arroja-me à praia.
Não sei que destino ou futuro compete à minha angústia sem leme;
Não sei que ilhas do sul impossível aguardam-me naufrago;
ou que palmares de literatura me darão ao menos um verso.
Não, não sei isto, nem outra coisa, nem coisa nenhuma...
E, no fundo do meu espírito, onde sonho o que sonhei,
Nos campos últimos da alma, onde memoro sem causa
(E o passado é uma névoa natural de lágrimas falsas),
Nas estradas e atalhos das florestas longínquas
Onde supus o meu ser,
Fogem desmantelados, últimos restos
Da ilusão final,
Os meus exércitos sonhados, derrotados sem ter sido,
As minhas cortes por existir, esfaceladas em Deus.
Outra vez te revejo,
Cidade da minha infãncia pavorosamente perdida...
Cidade triste e alegre, outra vez sonho aqui...
Eu? Mas sou eu o mesmo que aqui vivi, e aqui voltei,
E aqui tornei a voltar, e a voltar.
E aqui de novo tornei a voltar?
Ou somos todos os Eu que estive aqui ou estiveram,
Uma série de contas-entes ligados por um fio-memória,
Uma série de sonhos de mim de alguém de fora de mim?
Outra vez te revejo,
Com o coração mais longínquo, a alma menos minha.
Outra vez te revejo - Lisboa e Tejo e tudo -,
Transeunte inútil de ti e de mim,
Estrangeiro aqui como em toda a parte,
Casual na vida como na alma,
Fantasma a errar em salas de recordações,
Ao ruído dos ratos e das tábuas que rangem
No castelo maldito de ter que viver...
Outra vez te revejo,
Sombra que passa através das sombras, e brilha
Um momento a uma luz fúnebre desconhecida,
E entra na noite como um rastro de barco se perde
Na água que deixa de se ouvir...
Outra vez te revejo,
Mas, ai, a mim não me revejo!
Partiu-se o espelho mágico em que me revia idêntico,
E em cada fragmento fatídico vejo só um bocado de mim -
Um bocado de ti e de mim!...
Álvaro de Campos
Sim é teatro.
É teatro a vida de cão que carregamos, e que nos roi infinitamente os ossos.
É teatro a máscara que se entranha na pele do “politicamente correcto”
Primeiro estranha-se depois entranha-se.
Bendita água suja do imperialismo, que nos inunda as entranhas.
Sim é teatro.
E se as árvores não morrem de pé, morrem queimadas.
É teatro.
E se fingo amar-te é teatro. E se não o fingir também é.
É teatro querer escrever poemas.
Sem ser poeta.
Ser poeta é teatro.
São as lágrimas que apagam as máscaras e fazem subir o pano.
São teatro.
É a gargalhada contida e o esgar de dôr da náusea existencial, é teatro.
É um querer incontido de quer pensar a peça. E pedir que começe a cena.
É teatro.
É a fuga constante dos relógios apressados.
E a noite chega. Estou só. Como nunca. Tiro a máscara. Acabou a peça.
Deixa-me ouvir o silêncio do teu aplauso.
Lembrei-me de uma peça que vi no Trindade, há muito tempo. Aqui vai no meu lamentável alemão.
Die bitteren Tränen der Petra von Kant von Rainer Werner Fassbinder
Die erfolgreiche Modeschöpferin Petra von Kant hat sich von ihrem Mann getrennt. Sie verliebt sich leidenschaftlich in die jüngere, laszive Karin und ermöglicht ihr eine Karriere als Mannequin. Karin genießt den Luxus, den Petra ihr bietet, will sich aber von ihren absoluten Besitzansprüchen nicht erdrücken lassen. Petra und Karin sind gegensätzliche Charaktere, die der Wunsch nach dem vollkommenen Glück für eine kurze Zeit verbindet. Doch Karin sieht sich bald in der Position der Stärkeren, die die Berührungen Petras gewährt oder verwehrt. Sie verachtet die Hörigkeit der Geliebten. Die Vision vom Glück zerplatzt für Petra schlagartig, als Karin zu ihrem Mann zurückkehrt. Petra erleidet bittere Qualen, verzweifelt. Aber nach dem Aufruhr der Gefühle beginnt sie zu verstehen, dass sie Karin nicht wirklich geliebt hat, sondern sie nur besitzen wollte. Diese Erkenntnis wirkt wie die Befreiung von einer Obsession. Petra entwickelt Verständnis für andere Menschen: Ihrer Mitarbeiterin Marlene, die von ihr jahrelang gnadenlos ausgebeutet und gedemütigt wurde und die aus bedingungsloser Liebe zu Petra alle ihre Schikanen stumm erduldet hatte, bietet sie eine neue Partnerschaft an.
Fassbinder stellt mit diesem Stück die Frage, ob die Liebe nur ein egoistischer Trieb oder aber eine Alternative zum Egoismus ist. Schicksal oder Chance? Fassbinders Stück ist eine Etüde über Macht und Begierde, ein feingesponnenes psychologisches Drama über Unterdrückung und Abhängigkeit, das mit einem Fünkchen Hoffnung endet.
Paul Auster, publica em 1999 Timbuktu , que nos conta a história de um cão rafeiro, Mr. Bones e do seu dono, Willy, um vagabundo, esquizofrénico.
Willy poderia ter sido poeta, mas a doença não o permitiu. Adoptou um rafeiro, para o defender, a quem chamou Mr. Bones, que passou a ser o seu companheiro, guarda e amigo. E é este que nos vai relatando a vida de Willy, dos seus sonhos e desencantos. Se Willy tivesse tido tempo, teria ensinado Mr. Bones a falar mas apenas lhe ensinou a sonhar. A sonhar, com Timbuktu, a terra para onde todos nós vamos, depois de morrer, e onde, muito provavelmente, cães e homens falam a mesma língua.
está em cena no Trindade
Hello??? 'tá aí alguém??
olha foram-se embora e deixaram a janela aberta!
Por isso é que está este frio brrrrr.....
Hello?? Jonny?
O teu post está relacionado com a figura (triste?) do meu não é??
Pois, a idade do gelo.... Muito bem....
(pausa para gélida gargalhada)
.........
mais uma (gargalhada)
Fui.......:))))
Biólogo não respira, quebra carboidratos.
Biólogo não tem depressão, tem disfunção no
hipotálamo.
Biólogo não admira a natureza, analisa o ecossistema.
Biólogo não elogia, descreve processos.
Biólogo não tem reflexos, tem mensagem
neurotransmitida involuntária.
Biólogo não facilita discussões, catalisa substratos.
Biólogo não faz o amor, copula.
Biólogo não admite algo sem resposta, diz que é
hereditário.
Biólogo não fala, coordena vibrações nas cordas
vocais.
Biólogo não pensa, faz sinapses.
Biólogo não se assusta, recebe resposta galvânica
incoerente.
Biólogo não chora, produz secreções lacrimais.
Biólogo não espera retorno de chamadas, espera feed
backs.
Biólogo não se apaixona, sofre reações químicas.
Biólogo não perde energia, gasta ATP.
Biólogo não divide, faz meioses.
Biólogo não faz mudanças, processa evoluções.
Biólogo não se desprende do espírito, transforma sua
energia.
Biólogo não deixa herança, deixa pool gênico.
Tenha paciência ao caminhar com ele na rua. É provável que ele faça paradas
freqüentes...sempre há uma formiga carregando uma folha gigantesca nas
costas ou uma samambaia disposta de uma forma estranha num buraco do muro.
Ele acha isso incrível!!!
Toda vez que vcs entrarem em qualquer assunto que envolva a área dele, ele
se empolgará. Finja que presta atenção no que ele diz. Finja que está
entendendo também.
Simplesmente ignore quando o encontrar de quatro, agachado sobre o musgo...
e faça o possível para que ele não te veja, pois uma vez que isso acontecer
ele começará o discurso em biologuês: “são briófitas! São as plantas mais
primitivas! Você acredita que elas não têm nem vasos condutores? E elas
ainda dependem da água para a fecundação e...”
É provável que ele prefira ir para o congresso de Mastozoologia ao in vés
daquela viagem romântica. Vc quer ajuda-lo? Mostre que há outras coisas no
mundo, por exemplo... convide-o para ir a um museu de arte. Ou a um grupo de
discussão sobre literatura.
Ele terá tendência a chamar pinheiros de gimnospermas. E a pinha (de onde
vem o pinhão) de estróbilo.
Não, ele não é um maníaco suicida se decidir entrar numa jaula para
mergulhar com tubarões-brancos. Mas também não deve estar em seu juízo
perfeito.
É melhor vc assistir filmes como A Era do Gelo e Procurando Nemo com amigos
que não sejam biólogos. Caso contrário, vc ouvirá, durante o filme: “ah, mas
baleias não têm essa conexão entre a boca e o nariz, o Marlin e a Dori nunca
poderiam ter saído pelo nariz dela!” E quem se importa??
Creio no DNA todo poderoso
criador de todos os seres vivos,
creio no RNA,
seu único filho,
que foi concebido por ordem a graça do DNA polimerase.
Nasceu como transcrito primário
padeceu sobre o poder das nucleases, metilases e poliadenilases.
Foi processa, modificado e transportado.
Desceu do citoplasma e em poucos segundos foi traduzido à proteína.
Subiu pelo retículo endoplasmático e o complexo de Golgi
E está ancorado à direita de uma proteína G
Na membrana plasmática
De onde há de vir a controlar a transdução de sinais
Em células normais e apoptóticas
Creio na Biologia Molecular
Na terapia gênica e na biotecnologia
No seqüenciamento do genoma humano
Na correção de mutações
Na clonagem da Dolly
Na vida eterna.
Amém
Psicólogo não adoece, somatiza.
Psicólogo não estuda, sublima.
Psicólogo não fofoca, transfere.
Psicólogo não conversa, pontua.
Psicólogo não fala, verbaliza.
Psicólogo não faz o amor, libera libido.
Psicólogo não é indiscreto, é espontâneo.
Psicólogo não tem idéias, tem insights.
Psicólogo não resolve problemas, fecha gestalts.
Psicólogo não pensa nisso, respira nisso.
Psicólogo não muda de interesse, muda de figura e fundo.
Psicólogo não come, internaliza.
Psicólogo não pensa, abstrai.
Psicólogo não é gente, é um estado de espírito.
Psicólogo não elogia, reforça.
Psicólogo não dá exemplo, faz modelação.
Psicólogo não seduz, faz aproximações sucessivas.
Psicólogo não surpreende, libera reforço interminente.
Psicólogo não finge, faz ensaio comportamental.
Psicólogo não muda de vida, opera no ambiente.
.................
DSEP - Disordem de Stress do Estagiário em Psicologia
Sintomas incluem, embora não estejam limitados a:
1. Vontade de estrangular qualquer pessoa que te diz "Vc está tendo problemas pessoais? VOCÊ deveria saber como sair dessa, vc é o psicólogo. Hehehe".
2. Quando alguém acusa vc de "anti-social" pq vc tem que estudar em vez de sair, vc grita "Não, eu sou obsessivo-compulsivo! Se eu fosse anti-social, eu mandaria você à merda agora mesmo..."
3. Compulsão a diagnosticar e designar planos de tratamento para personagens de TV.
4. Morrer de vontade de curtir uma aventura relaxante, como compras na mercearia, por exemplo.
5. Brincar na internet a noite toda para evitar qualquer atividade "produtiva" (como definiu seu professor).
Essa desordem é causada por:
1. Tentativas de entrar em acordo com pessoas que estão completamente fora da realidade -- ou seja, professores.
2. Uma média de 3 hs de sono por semana.
3. Trabalho de dois turnos, além de aulas e estágio, para pagar suas despesas acadêmicas.
4. Uma dieta de pão e chocolate, ingeridos no caminho da aula pro trabalho pra aula.
5. Família, amigos e conhecidos q acreditam que vc estará sempre 24 hs livre para escutá-los, e q vc nunca tem nenhuma necessidade emocional vc mesmo.
Il tempo cambia molte cose nella vita
il senso le amicizie le opinioni che voglia di cambiare che c'è in me
si sente il bisogno di una propria evoluzione
sganciata dalle regole comuni da questa falsa personalità.
Segnali di vita nei cortili e nelle case all'imbrunire
le luci fanno ricordare le meccaniche celesti.
Rumori che fanno sottofondo per le stelle
lo spazio cosmico si sta ingrandendo
e le galassie si allontanano
ti accorgi di come vola bassa la mia mente?
È colpa dei pensieri associativi
se non riesco a stare adesso qui.
Segnali di vita nei cortili e nelle case all'imbrunire...
Para os mais atentos, que repararam no facto de eu andar sempre de chaves na mão, a resposta às inquietas mentes está na ilustração.
Bem mas voltando à terra, hoje quero falar sobre uma pessoa, que mal conheço. Aliás se a encontrar no vetusto edifício que preenche parte das minhas noites, não a consigo reconhecer. E voçês perguntam: “ Vais falar de uma pessoa que não conheçes, porquê?”.
Porque me apetece. E quem é a pessoa em questão? É uma professora. Foi minha professora. E voltavam a perguntar: “ Então sempre a conheçes?!”. É conheço só que não me lembro dela fisicamente, pois só fui a duas aulas.
E agora pergunto eu: “Porque vou escrever sobre ela, eu que mal a conheço?”.
Sim, sim, já se sabe que é porque me apetece. Mas esta vontade de escrever, sobre alguém, de quem apenas conheço as linhas, as letras que imprimem na minha blogosfera, uma outra realidade, surgiu há algum tempo.
Andando eu nas minhas viagens pela blogosfera, fui parar ao seu blog, por mero acaso. E de repente vejo um post sobre bolonha, que me deixou... e então comentei. Quase ferozmente. Mas o mais grave é que o fiz, sem me identificar. Não propositadamente, mas porque cliquei, antes de tempo. Enfim já está.
Noutro dia, voltei lá, e reparei que alguém que também tinha omitido o nome, focava um aspecto, que me sensibilizou. A professora em questão, além da disponibilidade total para com os alunos, ainda partilha com eles, momentos da sua vida particular.
Isto, nos dias de hoje, é raro. Todos temos “nicknames”, todos colocamos a máscara, na hora de encarnarmos o personagem ciber, que julgamos saber interpretar. E lá vamos nós pelo ciber espaço, às voltas pela blogosfera. Soltos, livres, sem nome, nem número aparente.
Mas ela não. Sem “nickname”, sem máscara ou camuflagem, ali está no seu blog. Muito mais livre que nós, ostentando o seu nome próprio. Dando-nos uma leveza, e ao mesmo tempo uma panóplia de profundas emoções. Referindo-me agora a um comentário que ela mesmo fez, interrogando-se sobre o rumo do seu blog, quase que arriscaria dizer que o rumo pouco importa, pois a viagem será sempre recheada das mais diversas sensações e percepções.
Até já ali no corredor...Profª!