Se tivesse um mês preferido, seria este. Porque nasci, porque nasceste. Não. Não vou escrever um poema com rimas feitas por medida. Escrevo estas palavras que ninguém lê, porque necessito do vazio.
Porque aqui e só aqui posso dizer o que me apetece. Só e apenas por isso. Faço-o pelo meu vazio, pelo nosso, por todos os vazios.
Espaços que ainda não ocupados, estão cheios de nada. E te buscam entre linhas esvaziadas.
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